segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

EUA estimulam aumento de riscos.


O comportamento recente dos americanos, seja em relação a sua política internacional ou as várias intervenções realizadas à pouco, como na Venezuela, inclusive com operações armadas e ameaças aos antigos aliados na América do Sul, e para além desta, visando por intimidações e coerções, forçar muito mais que o alinhamento político ou econômico de alguns países, mas algo que beira a imposição de submissão dos governos e populações, aos seus interesses da potência "ianque", tem desencadeado graves ações recíprocas ou com fins retaliatórios, aproximando adversários dos EUA contra as investidas de Donald Trump, mesmo contra países como Dinamarca e Canadá, ou fazendo com que a confiança de aliados e nações próximas (muitas do tradicional bloco da OTAN), se desgastem ao ponto de criar maiores riscos políticos e militares, com demandas correntes de armas e tecnologias capazes de criar alguma condição de segurança aos que se sente cada vez mais ameaçados pelas atitudes americanas, estando desconfortáveis em não contar com o devido respeito as suas democracias e soberanias nacionais.








Tais fatos fazem com que muitas nações já repensem suas adesões e inserções aos tratados de controle de armas nucleares, ou a até então, suas crenças em instrumentos de ações conjuntas nas quais os americanos surgiam como "avalistas da paz, ou da ordem e segurança mundial", jogando por terra os esforços realizados desde a construção de organismos multilaterais, sejam de não proliferação de armas atômicas, sejam de salvaguarda e resolução de conflitos como a ONU, cada vez mais desacreditados com as iniciativas, desastrosas das potências, como intervenções americanas e russas, ou o pretenso uso de armas poderosas em uma nova "guerra fria", com uma nova corrida armamentista e nuclear, para além da China, Rússia, e dos próprios americanos, e com as contantes ameaças de uso de armas de destruição em massa e guerras generalizadas alardeadas. 

Assistimos outros como Coreia do Norte, Paquistão e alguns que escalam os patamares de potências nucleares, ampliarem esforços na direção das armas atômicas, enquanto outros que ainda não ingressaram no restrito clube, movem-se nesta direção e estão revendo suas políticas, antes menos belicosas ou explícitas.


Fonte: Brazil Journal - Meta busca energia nuclear para data centers, urânio chama atenção - 12.01.2026


Fonte: Valor Econômico Japão permitirá que setor privado use centros de pesquisa em fusão nuclear -12.01.2026

Diga não as Termonucleares: Retrocesso e mais riscos - 17.11.2025


Meta busca energia nuclear - foto A Gazeta


Mesmo no uso da energia nuclear para fins pacíficos, uma maior procura por tecnologias de tal envergadura, geram maiores demandas e riscos, com empresas e governantes propensos ao uso maior de soluções atômicas, tais como usinas nucleares específicas para suprir demandas de energia em data centers, para empresas de tecnologias digitais e IA, como cotadas pela Meta, ou na criação de microreatoes e formas de suprimentos adicionais para fins civis ou militares, como cogitam os brasileiros, o que deve ampliar o uso de reatores nucleares, e claro, também os riscos, até em pesquisas e desenvolvimento (ainda que válidas e esperadas), por atores "menos tradicionais" e com "menor capacidade" de conter os problemas decorrentes, não só de acidentes, ou algo cada vez mais perigoso, os ataques militares as instalações de pesquisas de forma arbitrárias, e como alvos estratégicos "pouco legítimos", como ocorreu no Irã, com efeitos impensáveis, sem esquecer dos já existentes ou decorrentes de mais lixo radioativos e subprodutos indesejados das muitas instalações nucleares, que se multiplicaram ainda mais em tais escolhas.


“Sol artificial”: reator de fusão da China ultrapassa limite considerado inalcançável e muda as regras do jogo da energia nuclear - 07.01.2026

Blog do José Dilson: Defender nosso povo é essencial. - 07.01.2026


O mundo enfrenta uma escada muito perigosa!

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Retrocesso e mais riscos

Sem mais lixo nuclear? Finlândia vai transformar residuos nucleares em energia renovável - Olhar Digital 13.11.2025


Imagem da usina de usina de Olkiluoto (Imagem: TVO / divulgação) - Olhar Digital 


Por algum tempo a humanidade assistiu os esforços de governos, líderes e organizações, na tentativa de estabelecer acordos e controlar uma corrida de morte e muitos riscos, seja no uso e produção de armas nucleares, extremamente destrutivas, ou na ampliação de usinas e centros ou formas de geração de energia nuclear, inclusive com fechamento de antigas unidades ou com a substituição por processos mais seguros e outras matrizes energéticas, como a solar e eólica.


Sem depósito de rejeito radioativo, usinas de Angra 1 e 2 podem parar já em 2030 | Empresas | Valor Econômico 17.11.2025


Análise: Energia nuclear ensaia retomada, mas Ocidente ainda reluta - Valor 16.11.2025


Contudo, recentemente isso tem mudado, gerando um ambiente propício a retrocessos, e muitos riscos que pareciam estarem em queda ou sob algum controle, graças a políticos e governantes propensos a ações beligerantes e ao desprezo com as preocupações das sociedades no mundo, relativas a proteção do meio ambiente, da vida, e na busca de alternativas mais seguras, formas melhores de geração de energias limpas e sustentáveis, e de menor riscos.


E os riscos? Diga não as Termonucleares 01.06.2025


Os ataques israelenses e americanos as instalações nucleares iranianas, além de causarem riscos de vazamentos radioativos, trouxeram incertezas e causaram uma pressão maior, com vários países buscando ampliar seu potencial de defesa, considerando usos de tecnologia nuclear para isso, pois mais países buscam obter submarinos nucleares e meios afins, como Austrália, Coreia do Sul, Brasil e outros. Também as grandes potências agem de forma irresponsável, ampliando seus arsenais e descumprindo e ignorando antigos acordos de controle de armas nucleares, o que em si mesmo é um risco enorme, e o descompensado do Donald Trump, põem mais lenha nesta fogueira em relação aos recentes anúncios de novos testes nucleares pelo Estados Unidos, o que deve fazer China, Rússia e Coreia do Norte adotarem o mesmo comportamento, algo que não se ver há décadas.


Trump anuncia que EUA fará novos testes nucleares após três décadas - Metrópoles 14.11.2025


Rússia aposta no Sudeste Asiático para vender pequenos reatores nucleares | Mundo | Valor Econômico 04.11.2025


É preciso reagir a estes comportamentos tão destrutivos, adotados por líderes e governos, onde a sociedade e a população em cada país, não deve permanecer em silêncio, e deve ponderar as atitudes de seus governos nos processos decisivos sobre o tema, ou no tocante as suas atitudes de pouco caso, com o nosso planeta, não apenas relativas ao uso cada vez mais inconsequente dos meios de produção de artefatos e energia nuclear, como vistos nos planos russos de produzir e fornecer centrais portáteis, reatores nucleares portáteis espalhados pelo mundo, como se fossem pequenas e potenciais bombas a explodir, ou a aumentar os riscos de acidentes e contaminação radioativas em casos de falhas ou sabotagens. Algo que deveria estar também em debate na COP 30 em Belém do Pará, no Brasil, e não se vê iniciativas para tanto, concentrando os debates nas questões dos combustíveis fósseis, seu uso e abandono.

Nós e o mundo, não precisamos e não queremos este ambiente nocivo e de riscos elevados as nossas vidas e existência, basta de loucuras e destruições!


quarta-feira, 13 de agosto de 2025

O Japão relembra!

Aniversário das tragédias provocadas pelos americanos em agosto de 1945, com detonações de duas bombas nucleares, uma em Hiroshima e a outra em Nagasaki, são momentos oportunos de reflexões, tanto quanto aos danos, destruição e mortes provocadas, como as futuras ameaças que podem se concretizar num mundo em conflitos, e com líderes instáveis como Donald Trump que faz de ameaças e da força, uma política danosa de relacionamento com os povos no mundo.

Além das tristes razões das celebrações em memória dos japoneses vitimados, cabe ressaltar que é necessário este alerta pela responsabilidade no mundo, quanto ao uso do poder e da energia nuclear, evitando também tragédias que se repetiram, inclusive no Japão com Fukushima e os danos por contaminações que o evento acarretou.

Um momento importante que não pode ser esquecido, e merece o cuidado e atenção do mundo, e das autoridades responsáveis pelo seus rumos. 

Neste contexto se insere a necessidade de contenção de atores e players internacionais, não sendo apropriadas ações de agressão e destruições promovidas por Israel e EUA as instalações de enriquecimento de urânio no Irã, até este momento o país não mostrava sinais concretos de que poderia produzir uma arma nuclear, segundo muitos analistas, e os ataques que ocorreram, além de representar riscos a população civil, pode empurrar o Irã a optar por armas nucleares para se protegerem dos intentos de agressões futuras, onde fica clara a inutilidade dos bombardeios realizados.

Nossa total solidariedade e respeito aos japoneses, e nossas manifestações de decepção com as mentiras de Israel e dos Estados Unidos sobre o Irã!


Foco BRASIL: Uma guerra, muitas mentiras. - 17.06.2025




Mais um triste aniversário - Diga Não as Termonucleares 07.08.2023

domingo, 1 de junho de 2025

E os riscos?

O Brasil está buscando alternativas sustentáveis de geração de energia, apesar de sua matriz energética ser ampla e considerada limpa, composta por hidroelétricas, parques eólicos, e geração de energia solar em expansão, bem como Angra I e II, nossas usinas  nucleares. 


Saiba quais são os principais impactos ambientais causados pelas fontes de energia - Pensamento Verde 02.08.2024

Fontes de energia o que são quais os tipos e impactos na natureza - Exame 05.12.2023


O fato de serem "limpas" não significa que são livres de problemas e polêmicas ambientais, sejam por deslocamento de populações e fauna, em projetos elétricos que provocam grandes barragens e alagamentos, sejam pelos ruídos e desconforto causados por turbinas eólicas, que concentradas em campos e próximas a propriedades e casas, tem gerado adoecimento de pessoas e animais, são exemplos de impactos ambientais, sem falar dos riscos de vazamentos em reatores nucleares.


Acidente com Césio 137 em Goiás - Foto reprodução

Césio-137 maior acidente radiológico da história aconteceu em Goiás e afetou mais de mil pessoas relembre. - G1 06.07.2023

Cápsula encontrada. - Diga Não as Termonucleares 01.05.2012


O país já vivenciou incidentes e situações que exigem mais atenção da sociedade, o caso do roubo e vazamento de Césio 137 em Goiás, no final da década de 80 (em 1987),  é um exemplo ruim, assim como o roubo de um veículo com material radioativo, e embalagens de transporte no Rio, mostram falhas ou necessidades de maior controle das autoridades, sob uso e movimentação de isótopos e materiais radioativos, algo que representa riscos reais e presentes, da mesma forma que incidentes ocasionais em Angra, ou potencialmente em uma dos reatores de testes acadêmicos ou militares, de projetos em curso em algumas partes do Brasil.


Estatal russa Rosatom negocia com Brasil cooperação em usinas nucleares de baixa capacidade - Brasil 247 11.05.2025


Recentemente o governo brasileiro anunciou as intenções e possíveis acordos com a Rússia, para expansão do uso e pesquisas na área de geração e aproveitamento de energia atômica, inclusive com uma proposta de desenvolvimento de reatores "pequenos" ou de baixa capacidade, com benefícios ao país e ganhos tecnológicos fundamentais a outros segmentos, como aeroespacial, indústria naval, produção de fármacos e estudos acadêmicos, além da capacitação profissionais, etc.  

Mas a pergunta que não quer calar vem de pronto, estamos preparados para os riscos adicionais que o crescimento e dispersão geográfica do uso de tecnologia nuclear representa e trás para sociedade brasileira? Existem equipes de controle de danos e combate aos efeitos, ativas, equipadas, em números suficiente, capacitadas e prontas a dar mais segurança aos processos e pessoas, para além de Angra dos Reis e de projetos da Marinha do Brasil? E tais projetos não aumentam riscos que exigem mais discussão? Riscos inclusive de ações de grupos criminosos e outros, explorando possíveis fragilidades se ocorrer um crescimento de locais sensíveis, de produção, armazenamento, ou descarte de elementos radioativos e contaminados, desproporcionais aos meios e estruturas de controle, prevenção, proteção e distribuição, sob comando  ou responsabilidade do Estado e governos?  É algo que a sociedade tem pouco conhecimento, é pouco transparente e é  urgente um debate apropriado, nas instâncias adequadas, nos meios científicos, Congresso ou reguladoras.

O Brasil deve e pode buscar desenvolvimento, mas a temática precisa ser alvo de atenção e debates, para bem de todos e segurança nas ações, que no Brasil ou em outros países, geram apreensão, ou danos e fatos ruins concretos.


Fukushima, Fukushima, Fukushima. - Diga Não as Termonucleares - 13.09.2013

Explosão provoca morte e medo de acidente. - Diga Não as Termonucleares 14.09.2011

 

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domingo, 13 de outubro de 2024

Prêmio merecido!

A ação de denunciar e alertar quanto aos riscos e efeitos trágicos das explosões nucleares sobre o Japão, em Hiroshima e Nagasaki, e suas populações, com consequências desde os idos de 1945 até os dias de hoje, rendeu o Nobel da Paz de 2024, a associação de vítimas do bombardeios, Nihon Hidankyo, que luta por desarmamento e paz mundial, e contra os arsenais nucleares, denunciando o sofrimento e a destruição que podem causar.


Nobel da Paz 2024 - reprodução ONU News


Prêmio Nobel da Paz 2024 vai para organização japonesa Nihon Hidankyo - ONU News 11.10.2024


A entidade realiza importantes ações de informação, divulgação e alertas, chamando a atenção de todos ao longo dos tempos, para os horrores das guerras com uso de bombas nucleares e para as ameaças ao futuro da humanidade. Algo bastante atual e apropriado no contexto dos conflitos na Ucrânia e em Gaza, pela destruição e vítimas inocentes dizimadas nestes conflitos, e frequentes menções ao uso de armas nucleares táticas ou estratégicas por alguns autores destas tragédias humanas.

A pertinência do momento, alerta para os riscos cada vez maiores e presentes, inclusive com ataques nos arredores de usinas e instituições de energia nuclear. Nós temos falado muito sobre o assunto, alertando sobre a escalada das ações destrutivas e ameaças relacionadas. 

Muito boa iniciativa e parabéns pelo trabalho realizado e pela merecida premiação!  As populações do futuro e de hoje precisam e devem estar alertas, agindo para afastar os riscos e temores com fim das hostilidades e ações perigosas e destrutivas.



quinta-feira, 3 de outubro de 2024

As usinas e as bombas.

Durante o conflito entre Rússia e Ucrânia, vimos a divulgação de várias reportagens sobre os riscos das ações militares, provocações, e explosões de bombas, mísseis e drones nos arredores das instalações nucleares, especialmente na de Zaporizhzhia na Ucrânia, atualmente paralisada e ocupada pelos russos, e de fato há riscos elevados e possibilidade de um acidente nuclear grave.
 

Não bastasse o fato de Israel está produzindo um genocídio deliberado e criminoso em Gaza, matando milhares de crianças e mulheres palestinas inocentes, ou de Netanyahu conduzir israelenses para uma campanha de mortes e destruição bárbara, na Cisjordânia e no Líbano, também com o apoio e armas americanas e seus aliados do G7, vemos agora mais ameaças, desta feita com possibilidade de ataques israelenses a instalações e usinas nucleares iranianas, o que seria algo sem proporções e danoso a toda região no Oriente Médio.

 

Um possível descontrole israelense, para além dos crimes e atrocidades que vem cometendo, impunemente e com ajuda ou omissões de americanos e ou aliados, poderia transformar ataques as instalações nucleares, em verdadeiras explosões de bombas nucleares, ou com efeitos similares. Também seria um precedente extremamente perigoso para outros povos na região, ou mesmo para Israel, que apesar de sua suposta superioridade e poder, não conseguiu conter muitos dos mísseis iranianos no último dia 01, mesmo com toda ajuda de americanos, ingleses, franceses e jordanianos, algo que é sinal de perigo sério.

Dimona no Negev em Israel poderia também virar um alvo iraniano?  Já pensaram que as defesas israelenses podem falhar? E esta fica a cerca de 547 km de Beirute n9 Líbano, ou a 1.961 km de Teerã no Irã, ao alcance dos mísseis como já mostrou o Iraque.

O reator nuclear israelense em Dimona - Sputnik Brasil, 1920, 19.02.2021
Dimona -  © AFP 2023 / JACK GUEZ - Reproduzido do Sputnik Brasil


 


Imaginem se o Irã com mísseis balísticos ou armas modernas russas, atacarem usinas nucleares ou bases e depósitos nucleares israelenses, ou outros similares americanos na região, como submarinos? O caos não ameaça apenas um dos contendores, temos tentado alertar, e na contramão de análises idiotas de alguns meios de comunicação.

Bombas nucleares estão por explodirem!

terça-feira, 6 de agosto de 2024

O Japão como um sinal.

Hoje é dia de relembrar dores e sofrimentos profundos, especialmente pelo povo japonês, decorrentes das tragédias que se abateram sobre Hiroshima e depois sobre Nagasaki. Quando em agosto de 1945, a covardia e insanidade americana causaram milhares de mortos instantâneamente e outros tantos ao longo de décadas, decorrentes da radiação nuclear, provocadas por duas bombas atômicas despejadas sobre a população civil no Japão impiedosamente. Uma data que simboliza os horrores que viveram os japoneses! Um fato que nunca mais deveria se repetir, mas que neste momento é de elevado o risco de novamente ocorrerem, para o pesar de todos que tem alguma consciência moral e humana.


Japão recorda os 79 anos do ataque nuclear contra Hiroshima - Band UOL 06.08


Este trágico fato que deveria chamar a atenção do mundo, e provocar reflexões e medidas que ajudassem a humanidade a evitar novas destruições e mortes tão horrendas, sejam por guerras, conflitos, ou em um cenário de novas ameaças atômicas. Ao invés disso, há guerras e conflitos, com milhares de mortes e destruições por toda parte, como na Ucrânia, na Palestina, e em alguns casos, com riscos e ameaças de uso de armas nucleares ou de danos à centrais  nucleares de geração de energia, que deveriam servir para atendimento as populações, mas se transformam em objeto de medo e destruição, por diversas razões diferentes, e até por negligências ou erros.

É difícil ver que não aprendemos, mesmo após histórias tão trágicas, e seguimos por caminhos insanos, para a destruição total da humanidade!



Hiroshima e Nagasaki nunca mais!