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| Foto reproduzida do sítio da CNN |
Diga não as Termonucleares
Este blog tem a função de alertar a sociedade sobre os perigos provenientes da radiação nuclear, liberada por usinas termonucleares. Dizemos não a instalação de novas usinas nucleares no Brasil. Nosso papel é apontar alternativas de energias seguras e sustentáveis, e práticas seguras ou formas adequadas de uso dos elementos radioativos.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
O perigo nuclear!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
EUA estimulam aumento de riscos.
Fonte: Brazil Journal - Meta busca energia nuclear para data centers, urânio chama atenção - 12.01.2026
Fonte: Valor Econômico Japão permitirá que setor privado use centros de pesquisa em fusão nuclear -12.01.2026
Diga não as Termonucleares: Retrocesso e mais riscos - 17.11.2025
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| Meta busca energia nuclear - foto A Gazeta |
Mesmo no uso da energia nuclear para fins pacíficos, uma maior procura por tecnologias de tal envergadura, geram maiores demandas e riscos, com empresas e governantes propensos ao uso maior de soluções atômicas, tais como usinas nucleares específicas para suprir demandas de energia em data centers, para empresas de tecnologias digitais e IA, como cotadas pela Meta, ou na criação de microreatoes e formas de suprimentos adicionais para fins civis ou militares, como cogitam os brasileiros, o que deve ampliar o uso de reatores nucleares, e claro, também os riscos, até em pesquisas e desenvolvimento (ainda que válidas e esperadas), por atores "menos tradicionais" e com "menor capacidade" de conter os problemas decorrentes, não só de acidentes, ou algo cada vez mais perigoso, os ataques militares as instalações de pesquisas de forma arbitrárias, e como alvos estratégicos "pouco legítimos", como ocorreu no Irã, com efeitos impensáveis, sem esquecer dos já existentes ou decorrentes de mais lixo radioativos e subprodutos indesejados das muitas instalações nucleares, que se multiplicaram ainda mais em tais escolhas.
Blog do José Dilson: Defender nosso povo é essencial. - 07.01.2026
O mundo enfrenta uma escada muito perigosa!
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
Retrocesso e mais riscos
| Imagem da usina de usina de Olkiluoto (Imagem: TVO / divulgação) - Olhar Digital |
Por algum tempo a humanidade assistiu os esforços de governos, líderes e organizações, na tentativa de estabelecer acordos e controlar uma corrida de morte e muitos riscos, seja no uso e produção de armas nucleares, extremamente destrutivas, ou na ampliação de usinas e centros ou formas de geração de energia nuclear, inclusive com fechamento de antigas unidades ou com a substituição por processos mais seguros e outras matrizes energéticas, como a solar e eólica.
Análise: Energia nuclear ensaia retomada, mas Ocidente ainda reluta - Valor 16.11.2025
Contudo, recentemente isso tem mudado, gerando um ambiente propício a retrocessos, e muitos riscos que pareciam estarem em queda ou sob algum controle, graças a políticos e governantes propensos a ações beligerantes e ao desprezo com as preocupações das sociedades no mundo, relativas a proteção do meio ambiente, da vida, e na busca de alternativas mais seguras, formas melhores de geração de energias limpas e sustentáveis, e de menor riscos.
E os riscos? Diga não as Termonucleares 01.06.2025
Os ataques israelenses e americanos as instalações nucleares iranianas, além de causarem riscos de vazamentos radioativos, trouxeram incertezas e causaram uma pressão maior, com vários países buscando ampliar seu potencial de defesa, considerando usos de tecnologia nuclear para isso, pois mais países buscam obter submarinos nucleares e meios afins, como Austrália, Coreia do Sul, Brasil e outros. Também as grandes potências agem de forma irresponsável, ampliando seus arsenais e descumprindo e ignorando antigos acordos de controle de armas nucleares, o que em si mesmo é um risco enorme, e o descompensado do Donald Trump, põem mais lenha nesta fogueira em relação aos recentes anúncios de novos testes nucleares pelo Estados Unidos, o que deve fazer China, Rússia e Coreia do Norte adotarem o mesmo comportamento, algo que não se ver há décadas.
Trump anuncia que EUA fará novos testes nucleares após três décadas - Metrópoles 14.11.2025
É preciso reagir a estes comportamentos tão destrutivos, adotados por líderes e governos, onde a sociedade e a população em cada país, não deve permanecer em silêncio, e deve ponderar as atitudes de seus governos nos processos decisivos sobre o tema, ou no tocante as suas atitudes de pouco caso, com o nosso planeta, não apenas relativas ao uso cada vez mais inconsequente dos meios de produção de artefatos e energia nuclear, como vistos nos planos russos de produzir e fornecer centrais portáteis, reatores nucleares portáteis espalhados pelo mundo, como se fossem pequenas e potenciais bombas a explodir, ou a aumentar os riscos de acidentes e contaminação radioativas em casos de falhas ou sabotagens. Algo que deveria estar também em debate na COP 30 em Belém do Pará, no Brasil, e não se vê iniciativas para tanto, concentrando os debates nas questões dos combustíveis fósseis, seu uso e abandono.
Nós e o mundo, não precisamos e não queremos este ambiente nocivo e de riscos elevados as nossas vidas e existência, basta de loucuras e destruições!
quarta-feira, 13 de agosto de 2025
O Japão relembra!
Aniversário das tragédias provocadas pelos americanos em agosto de 1945, com detonações de duas bombas nucleares, uma em Hiroshima e a outra em Nagasaki, são momentos oportunos de reflexões, tanto quanto aos danos, destruição e mortes provocadas, como as futuras ameaças que podem se concretizar num mundo em conflitos, e com líderes instáveis como Donald Trump que faz de ameaças e da força, uma política danosa de relacionamento com os povos no mundo.
Além das tristes razões das celebrações em memória dos japoneses vitimados, cabe ressaltar que é necessário este alerta pela responsabilidade no mundo, quanto ao uso do poder e da energia nuclear, evitando também tragédias que se repetiram, inclusive no Japão com Fukushima e os danos por contaminações que o evento acarretou.
Um momento importante que não pode ser esquecido, e merece o cuidado e atenção do mundo, e das autoridades responsáveis pelo seus rumos.
Neste contexto se insere a necessidade de contenção de atores e players internacionais, não sendo apropriadas ações de agressão e destruições promovidas por Israel e EUA as instalações de enriquecimento de urânio no Irã, até este momento o país não mostrava sinais concretos de que poderia produzir uma arma nuclear, segundo muitos analistas, e os ataques que ocorreram, além de representar riscos a população civil, pode empurrar o Irã a optar por armas nucleares para se protegerem dos intentos de agressões futuras, onde fica clara a inutilidade dos bombardeios realizados.
Nossa total solidariedade e respeito aos japoneses, e nossas manifestações de decepção com as mentiras de Israel e dos Estados Unidos sobre o Irã!
Foco BRASIL: Uma guerra, muitas mentiras. - 17.06.2025
Mais um triste aniversário - Diga Não as Termonucleares 07.08.2023
domingo, 1 de junho de 2025
E os riscos?
O Brasil está buscando alternativas sustentáveis de geração de energia, apesar de sua matriz energética ser ampla e considerada limpa, composta por hidroelétricas, parques eólicos, e geração de energia solar em expansão, bem como Angra I e II, nossas usinas nucleares.
Fontes de energia o que são quais os tipos e impactos na natureza - Exame 05.12.2023
O fato de serem "limpas" não significa que são livres de problemas e polêmicas ambientais, sejam por deslocamento de populações e fauna, em projetos elétricos que provocam grandes barragens e alagamentos, sejam pelos ruídos e desconforto causados por turbinas eólicas, que concentradas em campos e próximas a propriedades e casas, tem gerado adoecimento de pessoas e animais, são exemplos de impactos ambientais, sem falar dos riscos de vazamentos em reatores nucleares.
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| Acidente com Césio 137 em Goiás - Foto reprodução |
Cápsula encontrada. - Diga Não as Termonucleares 01.05.2012
O país já vivenciou incidentes e situações que exigem mais atenção da sociedade, o caso do roubo e vazamento de Césio 137 em Goiás, no final da década de 80 (em 1987), é um exemplo ruim, assim como o roubo de um veículo com material radioativo, e embalagens de transporte no Rio, mostram falhas ou necessidades de maior controle das autoridades, sob uso e movimentação de isótopos e materiais radioativos, algo que representa riscos reais e presentes, da mesma forma que incidentes ocasionais em Angra, ou potencialmente em uma dos reatores de testes acadêmicos ou militares, de projetos em curso em algumas partes do Brasil.
Recentemente o governo brasileiro anunciou as intenções e possíveis acordos com a Rússia, para expansão do uso e pesquisas na área de geração e aproveitamento de energia atômica, inclusive com uma proposta de desenvolvimento de reatores "pequenos" ou de baixa capacidade, com benefícios ao país e ganhos tecnológicos fundamentais a outros segmentos, como aeroespacial, indústria naval, produção de fármacos e estudos acadêmicos, além da capacitação profissionais, etc.
Mas a pergunta que não quer calar vem de pronto, estamos preparados para os riscos adicionais que o crescimento e dispersão geográfica do uso de tecnologia nuclear representa e trás para sociedade brasileira? Existem equipes de controle de danos e combate aos efeitos, ativas, equipadas, em números suficiente, capacitadas e prontas a dar mais segurança aos processos e pessoas, para além de Angra dos Reis e de projetos da Marinha do Brasil? E tais projetos não aumentam riscos que exigem mais discussão? Riscos inclusive de ações de grupos criminosos e outros, explorando possíveis fragilidades se ocorrer um crescimento de locais sensíveis, de produção, armazenamento, ou descarte de elementos radioativos e contaminados, desproporcionais aos meios e estruturas de controle, prevenção, proteção e distribuição, sob comando ou responsabilidade do Estado e governos? É algo que a sociedade tem pouco conhecimento, é pouco transparente e é urgente um debate apropriado, nas instâncias adequadas, nos meios científicos, Congresso ou reguladoras.
O Brasil deve e pode buscar desenvolvimento, mas a temática precisa ser alvo de atenção e debates, para bem de todos e segurança nas ações, que no Brasil ou em outros países, geram apreensão, ou danos e fatos ruins concretos.
Fukushima, Fukushima, Fukushima. - Diga Não as Termonucleares - 13.09.2013
Explosão provoca morte e medo de acidente. - Diga Não as Termonucleares 14.09.2011
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domingo, 13 de outubro de 2024
Prêmio merecido!
A ação de denunciar e alertar quanto aos riscos e efeitos trágicos das explosões nucleares sobre o Japão, em Hiroshima e Nagasaki, e suas populações, com consequências desde os idos de 1945 até os dias de hoje, rendeu o Nobel da Paz de 2024, a associação de vítimas do bombardeios, Nihon Hidankyo, que luta por desarmamento e paz mundial, e contra os arsenais nucleares, denunciando o sofrimento e a destruição que podem causar.
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| Nobel da Paz 2024 - reprodução ONU News |
Prêmio Nobel da Paz 2024 vai para organização japonesa Nihon Hidankyo - ONU News 11.10.2024
A entidade realiza importantes ações de informação, divulgação e alertas, chamando a atenção de todos ao longo dos tempos, para os horrores das guerras com uso de bombas nucleares e para as ameaças ao futuro da humanidade. Algo bastante atual e apropriado no contexto dos conflitos na Ucrânia e em Gaza, pela destruição e vítimas inocentes dizimadas nestes conflitos, e frequentes menções ao uso de armas nucleares táticas ou estratégicas por alguns autores destas tragédias humanas.
A pertinência do momento, alerta para os riscos cada vez maiores e presentes, inclusive com ataques nos arredores de usinas e instituições de energia nuclear. Nós temos falado muito sobre o assunto, alertando sobre a escalada das ações destrutivas e ameaças relacionadas.
Muito boa iniciativa e parabéns pelo trabalho realizado e pela merecida premiação! As populações do futuro e de hoje precisam e devem estar alertas, agindo para afastar os riscos e temores com fim das hostilidades e ações perigosas e destrutivas.
quinta-feira, 3 de outubro de 2024
As usinas e as bombas.
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| Dimona - © AFP 2023 / JACK GUEZ - Reproduzido do Sputnik Brasil |





