Este blog tem a função de alertar a sociedade sobre os perigos provenientes da radiação nuclear, liberada por usinas termonucleares.
Dizemos não a instalação de novas usinas nucleares no Brasil.
Nosso papel é apontar alternativas de energias seguras e sustentáveis, e práticas seguras ou formas adequadas de uso dos elementos radioativos.
Parece que no âmbito internacional quanto a transparência dos fatos, ainda não aprenderam as lições!
Os efeitos de Fukushima persistem e riscos ainda são elevados no que tange a contaminações. Contudo os esforços de governos e organizações são pouco consideráveis quanto a transparência, e divulgação dos fatos, um erro que persiste desde datas anteriores ao acidente.
A comunidade internacional sempre em face de seus interesses minimizam e escondem informações, uma prática que não é exclusiva das autoridades japonesas, infelizmente.
Não há justificativas para o crime contra humanidade, guerras são travadas mas sempre que há violentas e indiscriminadas ações contra civis, podem e devem ser consideradas crimes contra humanidade.
Os ataques nucleares em agosto de 1945 a Hiroshima e Nagasaki perpetrado pelos americanos contra civis japoneses, mulheres e crianças inocentes foi um extermínio em massa, e deveriam ser tratados como crimes e não com a disfarce como se fossem efeitos colaterais de uma guerra (tão somente).
O fato doe presidente Obama visitar o Japão e tratar do assunto de forma tão dissimulada é uma vergonha.
Enquanto os americanos agem desta forma, há sempre a possibilidade de um outro louco nos EUA ou em qualquer país, agir de igual maneira, como se pudesse selar o destino de milhares de vida apenas com uma ordem, e isto não fosse nada de mais.
Dentre outras agressões, são estas e mesmo os golpes e ações ilegais patrocinadas pelos americanos mundo à fora, que fazem da vida de milhões, uma eterna insegurança, foi assim no Egito, na Ucrânia, em Honduras, no Paraguai e agora no Brasil. Como no passado foi no Japão com bombas "exemplares" para humilhar e aniquilar um povo!
Após 70 anos do genocídio praticado pelos americanos contra o povo japonês, muita cosia ainda permanece obscurecida e sem que prevaleça a verdade.
Depois dos ataque de 06 de agosto de 1945 conta Hiroshima, e posteriormente em 09 de agosto contra Nagasaki cidades, japonesas castigadas com o pesadelo atômico, os norte americanos tudo fizeram para encobrir as atrocidades deste triste momento, ao menos em seus detalhes sórdidos e nas proporções dos sofrimentos e mortes de milhares e milhares de civis no Japão.
A humanidade não pode esquecer nem aceitar o que foi feito aos inocentes de então, e é louvável toda iniciativa que visa trazer a verdade sobre a crueldade destes momentos, cobrando ao menos moralmente a imoralidade criminosa com pretextos mentirosos e desumanos praticados pelos EUA.
Aos poucos parte destas informações são recuperadas, pois não é fácil obter fotos e filmes da época, já que uma das principais ações do pós-guerra, além de usar os japoneses como cobaias para aprender com seu sofrimento, foi por fim e esconder ou destruir tudo o que fosse possível obter e que revela-se as verdadeiras extensões do crime americano de 1945.
Cenas como estas devem ser relembradas para evitarmos sua repetição!
A época mais de 60 mil morreram nos primeiros instantes do bombardeiro, e dos cercas de 2000 médicos da cidade de Hiroshima, menos de 10% sobreviveram mas sem qualquer estrutura de atendimento que pudesse ajudar os feridos, àqueles que não foram pulverizados instantaneamente ou que não sobreviveram a queimaduras, radiação, onda de choque e a destruição do local.
Obtido em https://youtu.be/oCNryrn6lYA
Obtido em https://youtu.be/I4-dEoHUeuU
Obtido em https://youtu.be/gwkyPvlWPM0
E no documentário da National Geographic disponível no https://youtu.be/3n0ZYqOamf0
E por fim parte dos tristes resultados no R7, e no portal Terra, ou nas imagens a seguir:
Corpo parcialmente carbonizado - Obtido no Google Imagens
Fotos de Hiroshima - Obtidas no Google Imagens
Escombros e mortos em Hiroshima - Obtido no Google Imagem
Restos humanos carbonizados - Google Imagem
Uma mensagem de paz - obtido em https://www.youtube.com/watch?v=9YJaaVAQ5lE
Quando lemos reportagens e ou publicações que narram todas as dores e tragédias, especialmente advindas da nossa tendência a mal uso do conhecimento e saber adquiridos, para alguns assusta a perspectiva de futuro. Mas isto se deve ao fato de tantos depositarem sua confiança e expectativa em frutos de nossas criações, de nossa capacidade intelectual, menosprezando nossas origens e essência espiritual e divina. Não é fácil replicar diagnósticos e relatos de tantos erros, aqui enfaticamente relacionados aos desvios humanos movidos pela ambição e poder, e intimamente relacionados a capacidade de exploração das tecnologias nucleares muitas vezes não direcionadas ao bem comum, mas de uns poucos, numa grande e silenciosa manobra de manipulação e enganação coletiva. A pergunta que fazemos constantemente e´: Será que necessitamos de tantas formas e meios de produção de energia nuclear, e de tecnologias aplicadas para fins militares? Na intensidade e constância que há hoje? Não há formas mas seguras e construtivas, sustentáveis e perenes de termos o que a energia nuclear nos possibilita? Nós estamos com este trabalho no intuito de mostrar que sim, que há alternativas, e também obrigações sociais e coletivas de acompanhamos o que fazem com as termonucleares e outras fontes de energia nuclear, pressionando da forma e quando possível os que agem em detrimento do bem comum, o não mais recente evento de Fukushima deveria ser uma lição para todos, e principalmente para os japoneses. Certamente não será desta forma que não teremos mas ameaças ao mundo e a nossa vida, mas rever o uso e as formas de produção das energias nucleares, é um excelente princípio para este fim. Recordemos o que é atual!
A imagem feita no dia 16 de março de 2011 mostra os estragos na usina nuclear Dai-Ichi, em Fukushima, no Japão (Foto: DigitalGlobe)
Ainda há quem considere alarmistas afirmações como a do Dr. David Suzuki, na qual alerta para os riscos de grave destruição inclusive para EUA além do Japão, se ocorrer novo terremoto que atinja Fukushima. A tendência a menosprezar mesmo alertas de grandes cientistas e a negligenciar segurança nos projetos e instalações nucleares, pelo lucro fácil e pelo poder, também foi uma lição deixada pela tragédia no Japão, mas que insistentemente tende-se a ocultar ou minimizar. QUANTAS TRAGÉDIAS COMO ESTAS PRECISAM ACONTECER PARA QUE SE LEVE A SÉRIO OS GRAVES RISCOS? São palavras do renomado pesquisador Dr. David Suzuki, ganhador de 23 prêmios, sobre a situação de Fukushima (que infelizmente não é tão clara como devia):
“Três dos quatro reatores foram destruídos no terremoto e no tsunami, e o quarto foi danificado de tal forma que, se houver outro terremoto de magnitude sete ou mais, a construção toda entrará em colapso desencadeando o inferno. E a probabilidade de um terremoto deste tipo nos próximos três anos é de mais de 95%”, disse Suzuki.
Ainda foi mais enfático ao dizer:
“Caso apenas duas hastes se toquem neste processo, pode haver uma reação de cisão e uma imensa liberação de radiação.”
É possível segundo a divulgação do site, Os Bastidores do Planeta, replicando as conclusões do simpósio no qual o Dr. David Suzuki, manifestou conclusões e preocupações, que a possibilidade de continuidade do que foi desencadeado em Fukushima atinja níveis insustentáveis, é de fato muito elevada (e aparentemente como temos proposto, que as informações, mesmo da situação dos depósitos de água radioativa são manipuladas e ocultadas):
Fato é que a usina de Fukushima está à beira do equivalente a uma super bomba nuclear, e os operadores da TEPCO, notoriamente incompetentes, já estão prontos e prestes a entrar e realizar o processo.
Segundo Suzuki, é certo que outro terremoto atinja Fukushima dentro dos próximos três anos, antes que a TEPCO seja capaz de executar a limpeza (esta que pode ser altamente perigosa) e levar à um colapso completo, seria absolutamente um desastre radioativo internacionalmente – para além dos Estados Unidos.
Só a possibilidade de tal acontecimento deveria ser algo a ser atentamente considerado, e a sociedade do Japão e do mundo adequadamente informada e preparada, algo que como vimos e divulgamos desde os acontecimentos já ficava subentendido que não é de interesse de grandes figuras do Japão e do mundo.
Mesmo num quadro como este, há a possibilidade de evitarmos tragédias maior, com esperança, mas também com ações concretas como a multiplicação de informações consistentes e que apontam para os erros cometidos no Japão, no interesse de pressionarmos de forma organizada e unida todos os nossos representantes, cobrando ações mais responsáveis e concretas para tentar evitar ainda mais sofrimento.
Em 2014, é urgente a união de todos que são contrários aos caminhos equivocados que seguem governos e nações, no interesse de poucos, para intensificar e ampliar a exploração e instalação de energias nucleares, em detrimento de fintes renováveis e menos arriscadas e nocivas. Temos exemplo de que isto é possível, a Alemanha é um deles, e aponta para algo entorno de duas ou três décadas como data provável para total desativação de termonucleares.
Esperemos contudo que com maior cobrança social e mobilização internacional, este projeto seja implementado na Alemanha e outras nações, mais intensa e rapidamente, e nos tornemos livres de ameaças como as de hoje.
Feliz 2014! E juntos façamos uma ação concreta para obtermos a paz que nos reserva Jesus Cristo, principiando por mudanças em nossas ações e formas de viver, respeitando o planeta em que estamos.
Dentro de nossas atividades temos destacado o que ameaça a nossa sociedade, e parte de uma distorção de visão, na qual é aceitável criar situações de riscos que podem se tornar em tragédias incontroláveis, e que são patrocinadas a título de um "desenvolvimento" duvidoso e de efeitos potencialmente destrutivos.
Fukushima - BBC
Nossa meta é mostrar o descompasso entre a retórica política e de estado, e os fatos e riscos reais as populações do mundo onde prioriza-se a produção de energia nuclear como solução para as nossas necessidades, onde o que predomina não é a segurança e o bem estar comum, mas os custos e ganhos econômicos.
Diante de tudo o que acontece no Japão, e dos riscos e da contaminação de áreas do oceano. Diante da possibilidade de danos a pessoas e ao ambiente extra território japonês, soa estranho a posição japonesa, ainda mais se as autoridades não tem sido sinceras sobre o que lá ocorre nem eficientes em controlar a situação, se é que é possível controlar.
Acho que o governo japonês deve muito a comunidade internacional e ao seu povo, não tem muito do que se queixar diante de suas omissões e responsabilidades.
Até quando o pesadelo vai continuar e da mesma forma que ocorreu quando do acidente em Fukushima?
O problema do qual falamos não se trata do acidente em si, mas das ações e omissões dos responsáveis, sejam antes, durante e depois do acidente. Não se restringe a Tepco, também não ao governo japonês que parece inerte diante de tudo que acontece e dos elevados riscos a população, ao ambiente e a região.
Há responsabilidades mundiais em não atuar mais firmemente na questão!
O que temos debatido e apresentado desde o acidente, parte do material encontra-se nesta página, aponta para as omissões deliberadas e criminosas que temos alertado há muito tempo, e também para a ampliação do perigo real que isto causa.
Novamente se esconde de todos as reais dimensões dos riscos e vazamentos contínuos, enquanto os danos e o perigo aumenta, e todos fazem de conta que não é bem assim! ACORDEM TODOS ENQUANTO É POSSÍVEL EVITAR MAIS MALES!
Esta foi uma notícia postada nesta página em abril de 2013. Fukushima, ainda assusta!
Nos últimos dias a tensão na Península Coreana assusta muita gente, em especial quando nos aproximarmos do dia 15 de abril, data que segundo líder norte-coreano Kim Jung-Un teria estabelecido como limite para garantias aos cidadãos estrangeiro na Coreia do Norte. Espera-se alguma ação provocativa que poderia desencadear um novo conflito.
Embora haja toda esta tensão, chamou a atenção no entanto as informações de que um considerável volume de água contaminada com radiação teria escapado de tanques de contenção em Fukushima, o que pode trazer danos sérios as áreas próximas e ao meio-ambiente marinho. Fukushima ainda não é página virada!
Além das incessantes notícias de vazamentos de material radioativo vindas do Japão, outro fato também assustou a comunidade internacional, um terremoto no Irã próximo as instalações do seu reator nuclear, plantado em área geológica instável, e que poderia ser atingido e provocar mais um acidente trágico.