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| Javalis e porcos Fukushina - Imagem AH |
Este blog tem a função de alertar a sociedade sobre os perigos provenientes da radiação nuclear, liberada por usinas termonucleares. Dizemos não a instalação de novas usinas nucleares no Brasil. Nosso papel é apontar alternativas de energias seguras e sustentáveis, e práticas seguras ou formas adequadas de uso dos elementos radioativos.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Fukushima repete Chernobyl
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Chernobil 40 anos.
Dentre um dos incidentes nucleares mais intensos e graves da história, a catástrofe nuclear de Chernobil na antiga União Soviética, ainda hoje após 40 anos, deixa prejuízos e danos enormes em toda região, ao meio ambiente, a fauna, aos rios, a todo ecossistema bastante afetado e em transformação, de forma muito perigosa e sensível.
Uma eterna lembrança daquele 26 de abril de 1986, que o mundo ainda não pode dimensionar totalmente, e até agora precisa ser acompanhado enquanto evento de enorme destruição prolongada e constante, ainda que também represente um fenômeno de resiliência da natureza e da vida, e um sinal de advertência para humanidade.
40 anos de algo que não deveria se repetir!
Chernobyl não acabou: após 40 anos, radiação ainda afeta animais | G1 03.05.2026
Diga não as Termonucleares: A natureza reage! 07.03.2021
Diga não as Termonucleares: Tchernobyl, 25 anos da tragédia dia 26.04 - 20.04.2011
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| Chernobil - fotos Google Imagem |
sexta-feira, 3 de abril de 2026
O perigo nuclear!
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| Foto reproduzida do sítio da CNN |
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
EUA estimulam aumento de riscos.
Fonte: Brazil Journal - Meta busca energia nuclear para data centers, urânio chama atenção - 12.01.2026
Fonte: Valor Econômico Japão permitirá que setor privado use centros de pesquisa em fusão nuclear -12.01.2026
Diga não as Termonucleares: Retrocesso e mais riscos - 17.11.2025
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| Meta busca energia nuclear - foto A Gazeta |
Mesmo no uso da energia nuclear para fins pacíficos, uma maior procura por tecnologias de tal envergadura, geram maiores demandas e riscos, com empresas e governantes propensos ao uso maior de soluções atômicas, tais como usinas nucleares específicas para suprir demandas de energia em data centers, para empresas de tecnologias digitais e IA, como cotadas pela Meta, ou na criação de microreatoes e formas de suprimentos adicionais para fins civis ou militares, como cogitam os brasileiros, o que deve ampliar o uso de reatores nucleares, e claro, também os riscos, até em pesquisas e desenvolvimento (ainda que válidas e esperadas), por atores "menos tradicionais" e com "menor capacidade" de conter os problemas decorrentes, não só de acidentes, ou algo cada vez mais perigoso, os ataques militares as instalações de pesquisas de forma arbitrárias, e como alvos estratégicos "pouco legítimos", como ocorreu no Irã, com efeitos impensáveis, sem esquecer dos já existentes ou decorrentes de mais lixo radioativos e subprodutos indesejados das muitas instalações nucleares, que se multiplicaram ainda mais em tais escolhas.
Blog do José Dilson: Defender nosso povo é essencial. - 07.01.2026
O mundo enfrenta uma escada muito perigosa!



